Atua principalmente na proteção do meio ambiente através do desenvolvimento sustentável, promove a educação ambiental nas escolas e fiscaliza o cumprimento das legislações ambientais e urbanísticas.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
MEIO AMBIENTE EM PAUTA
MEIO
AMBIENTE EM PAUTA
Luís
Silveira da Costa
Estima-se que existam no Brasil,
aproximadamente, 300.000 ONGs (Organizações não governamentais), que são
entidades sem fins lucrativos, visando normalmente desempenhar um serviço em
áreas não atendidas ou parcialmente atendidas pelo Estado.
As ONGs estão enquadradas no
“Terceiro Setor”, que é o segmento da sociedade organizada assim denominado por
não estar na órbita das atividades governamentais (Primeiro Setor), bem como
não vinculado as atividades econômicas da iniciativa privada (Segundo Setor),
ou seja, não corresponde a órgãos do governo e iniciativa privada.
Considerável parcela das entidades busca defender a causa ambiental. O
assunto está, permanentemente, ocupando importantes espaços nos Meios de
Comunicação de Massa. Por isso, há quem possa dizer que é um modismo
temporário, reflexo da mídia.
O fato é que já a partir de Dom Pedro II a questão começou a ser
tratada no Brasil, naturalmente que não da maneira ideal, mas ganhando
notoriedade para relativa parte da população. O imperador criou a maior reserva
florestal urbana do mundo, a “Floresta da Tijuca”, no Rio de Janeiro.
Com a redemocratização do
país, a partir dos anos 80, os movimentos populares pipocaram mais intensamente. Questões voltadas aos Direitos
Humanos, Meio Ambiente, além da Saúde e Educação, são as mais comuns; enfocadas
pelas ONGs.
No tocante ao Meio Ambiente, o Poder Legislativo também tem dedicado
atenção. Direta e indiretamente, existem no país, aproximadamente: 51 Leis
Federais, 28 Decretos Federais, 23
Resoluções Federais, mais dezenas de Medidas Provisórias, Decretos-Leis, Leis
Complementares, Leis Estaduais e Leis Municipais correspondentes.
Vale ilustrar com alguns dos dispositivos legais: *Constituição
Federal, Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), Lei de Proteção a
Fauna (Lei 5.197/67), Código Florestal (Lei 4.771/65), Plano
Nacional de Gerenciamento Costeiro (Lei 7.661/88), Lei de Implementação
da Política Nacional da Biodiversidade (Lei 4.339/02), Programa Nacional
da Diversidade Biológica (Lei 4.703/03), Lei que dispõe sobre a utilização e
proteção da vegetação Nativa do Bioma Mata Atlântica (Lei 11.428/2006), Lei que Proíbe a Exploração da Mata Atlântica
(Decreto 750/93) etc.
Boa vontade e leis pouco ajudarão enquanto não for intensamente
debatido um dos fatores que mais contribui para as agressões ao ecossistema
global: o “crescimento populacional sem planejamento”, que gera aumento da
demanda de produtos industrializados, agrícolas e manufaturados, atingindo os limitados
recursos naturais (fauna, flora, solo referente ao uso e ocupação, ar e
recursos hídricos).
O planeta é uma esfera com espaços restritos. Todos sabem. O que se
precisa ainda saber é quantos habitantes cabem, e como estes devem se
relacionar no meio em que vivem. Estas indagações devem ser devidamente
estudadas e respondidas, em benefício do Meio Ambiente e, conseqüentemente, da
espécie humana na Terra.
* Legislação fonte: Legislação Ambiental –
organizada por Odete Medauar – Editora Revista dos Tribunais – 7a.
Edição – São Paulo/SP – 2008.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Preparatório para a 5a. Conferência das Cidades
O primeiro encontro do ciclo de atividades de formação de lideranças comunitárias e conselheiros municipais iniciado em 20/03/2013, na sede da OAB, referente ao preparatório para a 5a. Conferência das Cidades, já demonstrou que a sociedade está engajada nessa ideia.
As palestras continuam, as quartas-feiras, 19h, na sede da OAB e todos são bem-vindos.
As palestras continuam, as quartas-feiras, 19h, na sede da OAB e todos são bem-vindos.
Prof. Ricardo Stanziola Vieira e Dr. Anderson Beluzzo
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Carta aos
Colegas Advogados da Comissão de Urbanismo e Meio Ambiente
Caros
colegas,
Este ano será
emblemático pois teremos a 5ª Conferencia Nacional das Cidades, com a etapa
municipal e revisão do plano diretor de Balneário Camboriú.
Este momento
será decisivo, pois os referidos instrumentos são norteadores para o
desenvolvimento urbano e sócio ambiental.
Seremos bem
sucedidos se diversos colegas advogados puderem atuar na definição das
estratégias para construção de uma sociedade mais solidária e justa.
Para tanto,
precisaremos garantir a previsão de equipamentos públicos em toda a cidade que
promovam a saúde através da educação, esporte, cultura, além de prever as
diretrizes de sistemas municipais de mobilidade urbana, gestão de resíduos
sólidos, saneamento etc.
É importante
que as diversas comissões da OAB atuem articuladas para sensibilizamos diversos
segmentos da sociedade de forma que seja possível ampliar a consciência de que
“Quem muda a cidade somos nós: Reforma Urbana já!” - temário da 5ª Conferencia
nacional - veja no link: https://docs.google.com/file/d/0B6U6m9RdQY3MdW51eFJsem90RHc/edit
Um forte
abraço a todos
Anderson
Beluzzo
P.S. Próximo
encontro, dia 06 de fevereiro de 2013, as 08:30 na sede da OAB.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Nova lei de zoneamento em Itajaí
Mais de 1,5 mil pessoas protestam contra lei de
zoneamento na Praia Brava, em Itajaí
Abraço na região no Canto do Morcego simbolizou o pedido de moradores e
ambientalistas
Ambientalistas, moradores, surfistas, turistas ou apenas
simpatizantes. Todos de mãos dadas por um objetivo em comum. O Canto do
Morcego, na ponta Norte da Praia Brava, em Itajaí, foi a causa que eles
resolveram defender. É a segunda vez em cinco anos que as pessoas se reúnem no
local para protestar contra o avanço imobiliário no local. E desta vez
aconteceu depois que a Câmara de Vereadores de Itajaí aprovou a lei de
zoneamento na última sessão de 2012.
O objetivo do abraço simbólico ao Canto do Morcego, um dos locais que deve ser repaginado com a aprovação da lei, foi tentar mostrar às autoridades que a comunidade é contra. Foi o que justificou a presidente da União dos Amigos da Praia Brava (Unibrava), Cláudia Severo.
- Além deste protesto, também vamos tentar barra esse lei juridicamente. E estamos bem embasados para isso.
Segundo a Polícia Militar, cerca de 1,5 mil pessoas estavam no local no momento do abraço simbólico. É a segunda vez que é organizado um protesto deste tipo na região. A primeira havia sido em 2008.
- Desde 2007, a gente vem abraçando esta causa e tentando sensibilizar nossos governantes. Já estamos vendo os efeitos no canto Sul (da Praia Brava) e não queremos que aconteça o mesmo aqui -, disse Sabrina Schneider, uma das organizadoras.
O próximo passo é entrar com uma nova ação civil pública.
O objetivo do abraço simbólico ao Canto do Morcego, um dos locais que deve ser repaginado com a aprovação da lei, foi tentar mostrar às autoridades que a comunidade é contra. Foi o que justificou a presidente da União dos Amigos da Praia Brava (Unibrava), Cláudia Severo.
- Além deste protesto, também vamos tentar barra esse lei juridicamente. E estamos bem embasados para isso.
Segundo a Polícia Militar, cerca de 1,5 mil pessoas estavam no local no momento do abraço simbólico. É a segunda vez que é organizado um protesto deste tipo na região. A primeira havia sido em 2008.
- Desde 2007, a gente vem abraçando esta causa e tentando sensibilizar nossos governantes. Já estamos vendo os efeitos no canto Sul (da Praia Brava) e não queremos que aconteça o mesmo aqui -, disse Sabrina Schneider, uma das organizadoras.
O próximo passo é entrar com uma nova ação civil pública.
- São alguns pontos que
vamos apresentar: o fato de o conselho gestor não ser tão democrático; que a
lei de zoneamento não obedece o plano diretor; os dois laudos que mostram que
aqui é uma área de preservação permanente; e mostrar as várias ações civis
públicas em que o Judiciário decidiu que nada pode ser mudado enquanto estas
ações estiverem tramitando -, explicou Cláudia.
Entenda o caso
Entenda o caso
No dia 31 de dezembro de 2012, a Câmara de Vereadores de Itajaí,
em sessão extraordinária, aprovou a nova lei de zoneamento. Na prática,
ela autorizaria a construção de prédios de oito andares na segunda quadra, além
de permitir o uso da região do Canto do Morcego.
Depois disso, a vereadora Anna Carolina Martins (PRB) e o ex-vereador Níkolas Reis (PT) entraram com uma ação que aponta irregularidades na votação, entre elas o fato da lei de solo ter sido votada junto com a do zoneamento. A ação está sendo analisada.
Na época, o secretário de Planejamento de Itajaí, Paulo Praun Cunha Neto, garantiu que a nova lei de zoneamento é mais restritiva que a anterior, não permitindo, por exemplo, construções na primeira quadra da praia na área do Morcego.
Depois disso, a vereadora Anna Carolina Martins (PRB) e o ex-vereador Níkolas Reis (PT) entraram com uma ação que aponta irregularidades na votação, entre elas o fato da lei de solo ter sido votada junto com a do zoneamento. A ação está sendo analisada.
Na época, o secretário de Planejamento de Itajaí, Paulo Praun Cunha Neto, garantiu que a nova lei de zoneamento é mais restritiva que a anterior, não permitindo, por exemplo, construções na primeira quadra da praia na área do Morcego.
Fonte - http://osoldiario.clicrbs.com.br/sc/noticia/2013/01/mais-de-1-5-mil-pessoas-protestam-contra-lei-de-zoneamento-na-praia-brava-em-itajai-4009373.html
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
DIA 13 DE JANEIRO ABRAÇO PELA PRESERVAÇÃO DO CANTO DO MORCEGO
A COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E URBANISMO DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ ABRAÇA ESSA INICIATIVA.
VENHA FAZER VALER O NOSSO DIREITO DE UM MEIO AMBIENTE PRESERVADO PARA AS FUTURAS GERAÇÕES!!!
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